sexta-feira, 14 de junho de 2013

Crème Brûlée de Banana




Ingredientes

  • 4 gemas de ovo peneiradas
  • 1/2 xícara(s) de chá de açúcar refinado peneirado
  • 1 banana nanica média bem madura amassada com um garfo
  • 1 colher(es) de chá de essência de baunilha
  • 1 xícara(s) de chá de creme de leite fresco
  • 1 xícara(s) de chá de leite integral
  • 6 colher(es) de sopa de açúcar cristal para queimar

Modo de preparo

Numa batedeira, bata as gemas e o açúcar refinado até obter uma mistura homogênea e esbranquiçada. Junte a banana amassada e bata novamente.

Acrescente a essência de baunilha, o creme de leite e o leite e misture até que fique um creme bem homogêneo. Distribua a massa em seis tigelinhas e leve ao forno pré-aquecido (100 graus), em banho-maria, por aproximadamente 50 minutos.

Retire do forno, deixe esfriar um pouco e leve à geladeira. Na hora de servir, salpique o açúcar cristal por cima dos cremes e queime com um maçarico até que fique dourado. Deve formar uma casquinha durinha na superfície do doce. Sirva imediatamente.

Fonte: UOL Comidas e Bebidas

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Brigadeiro de Colher com Café


Ingredientes

  • 1 lata(s) de leite condensado
  • 2 colher(es) de sopa de manteiga
  • 2 colher(es) de sopa de chocolate em pó
  • 4 xícara(s) de chá de café espresso

Modo de preparo

Misturar todos os ingredientes em uma panela, levar o fogo mexendo sempre até começar a desgrudar da panela. Servir em potinhos ou copinhos individuais.

Fonte: Receitas UOL

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Trio Brigadeiro


Ingredientes

Brigadeiro de castanha-do-pará

  • 200 grama(s) de castanha-do-pará
  • 1,35 quilo(s) de leite condensado

Brigadeiro de chocolate

  • 200 grama(s) de chocolate em pó
  • 1,35 quilo(s) de leite condensado

Brigadeiro de capim-santo

  • 250 grama(s) de capim-santo
  • 200 mililitro (ml) de leite
  • 1,35 quilo(s) de leite condensado

Modo de preparo

Brigadeiro de castanha-do-pará

Bata a castanha no liquidificador, até obter uma farofa. Em uma panela, misture a castanha e o leite condensado e leve ao fogo baixo. Mexa sem parar até que o brigadeiro solte do fundo da panela

Brigadeiro de chocolate

Misture todos os ingredientes e leve ao fogo baixo. Mexa sem parar até que o brigadeiro solte do fundo da panela.

Brigadeiro de capim-santo

No liquidificador, bata o capim-santo com leite. Peneire. Depois, misture todos os ingredientes em uma panela e leve ao fogo baixo. Mexa sem parar até o brigadeiro soltar do fundo da panela.

Fonte: Reeitas UOL

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Brigadeiro de Limão Siciliano


Ingredientes

  • 2 limões sicilianos (raspas)
  • 1 lata(s) de leite condensado
  • 2 colher(es) de sopa de raspas de chocolate branco (para a massa)
  • 200 grama(s) de raspas de chocolate branco (para confeitar)
  • Manteiga a gosto
  • 1 colher(es) de sopa de manteiga extra sem sal

Modo de preparo

Faça raspas dos limões com a ajuda de um descascador de frutas cítricas. Evite chegar a parte branca para não amargar. Reserve.

Em uma panela, coloque o leite condensado, a manteiga e leve em fogo brando, mexendo sempre, por cerca de 10 minutos. Acrescente as duas colheres de raspas de chocolate branco e mexa bem por mais oito minutos ou até que a massa desgrude da panela.

Apague o fogo, junte as raspas de limão e misture bem para liberar o óleo essencial da casca (que vai aromatizar o brigadeiro). Transfira para um recipiente de louça untado com manteiga.

Quando esfriar, unte as mãos com manteiga e faça bolinhas de três centímetros de diâmetro. Cubra os brigadeiros com o restante das raspas de chocolate branco. Sirva nas forminhas de papel plissado.

Fonte: Receitas UOL

terça-feira, 4 de junho de 2013

Cupcake de Brigadeiro de Morango


Ingredientes

  • 350 grama(s) de farinha
  • 220 grama(s) de manteiga
  • 400 grama(s) de açúcar
  • 4 ovos
  • 240 mililitro (ml) de leite
  • 1 colher(es) de chá de essência de baunilha
  • 1 colher(es) de sopa de fermento

Brigadeiro

  • 395 grama(s) de leite condensado
  • 25 grama(s) de manteiga
  • 6 grama(s) de gelatina vermelha sem sabor
  • confeitos para decorar

Modo de preparo

Preaqueça o forno a 125º graus. Peneire farinha e ingredientes secos. Bata a manteiga e o açúcar até que fique uma massa esbranquiçada e fofa.

Vá adicionando os ovos, um a um, raspando as laterais da batedeira, até que fiquem bem incorporados. Acrescente a baunilha.

Adicione a mistura de farinha em 3 vezes, intercalando com o leite, até que estejam bem incorporados.

Coloque a massa nas formas de cupcake, enchendo até 3/4 (mais ou menos a medida de uma colher de sorvete). Leve ao forno a uma temperatura de 180º até quando espetar um palito na massa, este saia seco.

Retire do forno e deixe esfriar sobre uma grade. Depois, cubra com uma generosa camada de brigadeiro e decore com os confeitos.

Brigadeiro

Misture a manteiga, o leite condensado e a gelatina. Leve ao fogo baixo mexendo sempre até soltar bem do fundo da panela.

Depois de frio, coloque o brigadeiro no saco de confeitar e decore os cupcakes.

Fonte: Receitas UOL

sábado, 1 de junho de 2013

Pudim de leite do Ramona








Receitas

Doces, salgados e beliscos que eu testei e aprovei!

Pudim de leite do Ramona

Pudim de leite sensacional, cremoso, sedoso, sem furinhos e sem excesso de açúcar MATADOR!
Pudim de leite do Ramona
Rende 15 unidades
Ingredientes
650 gramas de leite condensado (use uma balança!)
1 litro de creme de leite fresco
250 gramas de gemas (cerca de 15 gemas de ovos tamanho médio)
15 ml de essência de baunilha
Como fazer
Misturar os ingredientes, peneirar e montar em forminhas caramelizadas. Assar a 100°C por 45 minutos. Não se assa em banho-maria!
Caramelo
Rende 500 ml
Ingredientes
500 gramas de açúcar
Suco de 1/2 limão
75 ml de água
225 ml de água
Como fazer
Fazer uma pasta com o açúcar, o suco de limão e 75 ml de água. Levar ao fogo, SEM MEXER, até que ferva e fique com cor de caramelo. Acrescentar 300 ml de água, mexer e deixar ferver por mais 5 minutos.

Fonte: Gastrolandia

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Brasileiríssima, cachaça começa a ser reconhecida como produto gourmet

Pinga, aguardente, cana, canjebrina, amarelinha, branquinha... São muitos os nomes dados à cachaça, bebida criada aqui e reconhecida no mundo todo como tipicamente brasileira. "Com um decreto assinado em 2001, o então presidente Fernando Henrique determinou o termo como exclusivo ao destilado nacional", afirma Luis Fernandes, bartender formado pelo SENAC e consultor em bebidas.



"Embora a decisão ainda tramite na Organização Mundial do Comércio, na prática o mundo todo já entendia a cachaça como uma denominação de origem controlada, a não ser os Estados Unidos, que a reconheceram oficialmente no mês passado", completa ele, que também é fundador do Gedec, o Grupo de Estudos e Degustação de Cachaça.
A cachaça passa por um movimento de valorização, ainda discreto, mas com tendência a crescer. No início deste mês, a bebida foi a estrela de um badalado evento gastronômico que reuniu chefs estrelados como Jefferson Rueda, Helena Rizzo, Leo Botto e Rodrigo Oliveira. "Já há uns quatro anos, quando comecei a ouvir falar na bebida como algo nobre, eu não era um apreciador e tinha o preconceito clássico de que era popular demais", lembra Renato Figueiredo, publicitário e autor do livro "De marvada a bendita – A história, a gastronomia e as curiosidades da cachaça" (Editora Matrix). 
"Decidi escrever o livro quando descobri que o conceituado restaurante espanhol El Buli costumava servir caipirinha feita com a variação industrial, menos nobre. Acabei conhecendo um destilado complexo, com grande riqueza de sabores e um forte aspecto gastronômico", relata ele, que ainda mantém uma coluna no Mapa da Cachaça, um site colaborativo que procura cadastrar diferentes rótulos e alambiques. 
À mesa
Ao contrário do que se pensa, o destilado brasileiro por excelência pode acompanhar toda a refeição, e não apenas servir como aperitivo. De acordo com os especialistas, não há muitas diferenças entre a harmonização gastronômica da cachaça e de outras bebidas, orientada principalmente pelas regras de equilíbrio entre o peso de ambos, harmonia entre os sabores e realce mútuo das características. 
Segundo artigo do engenheiro e professor de cachaça Jairo Martins da Silva, caldinhos, ostras, canapés de salmão e outros aperitivos acompanham uma branca, leve, ligeiramente ácida e resfriada.

Já as entradas como saladas e vinagrete de frutos do mar funcionam também com as brancas, mas de corpo e acidez médios, enquanto primeiros pratos como aves, peixes e risotos pedem brancas mais encorpadas e de baixa acidez. 
Ainda conforme o reconhecido cachacista em seu site, pratos principais como carnes vermelha ou de caça se beneficiam das cachaças envelhecidas, aromáticas e leves, enquanto sobremesas de frutas, além de bolos e tortas harmonizam com as envelhecidas frutadas de corpo médio.

Para fechar a refeição, café, chás e charutos podem ser servidos com cachaças envelhecidas por três anos, pelo menos.
Os tipos
Diferentemente de fermentados como a cerveja, que se divide em três grandes famílias e centenas de estilos, e os vinhos, que se diferem não só na cor, mas em dezenas de tipos de uvas, as cachaças são classificadas basicamente por seu envelhecimento. "Por lei, toda cachaça tem de 'descansar' por no mínimo seis meses armazenada em tonéis de aço ou de madeira antes de ser vendida", informa Fernandes.

Conheça alguns detalhes que diferem cada tipo da bebida:

Brancas: "Em geral, as brancas são armazenadas em tanques de inox ou descansaram por menos tempo", resume.

Envelhecidas: "O que determina as características das cachaças envelhecidas são os mais de vinte tipos de madeira catalogados para armazenar a bebida no alambique e apurar seus sabores, e ainda as inúmeras combinações possíveis entre elas", acrescenta Figueiredo. 
Industrial: "Ela é produzida automaticamente por destilação contínua, em um equipamento chamado destilador, e o sabor é menos apurado", explica o especialista.

Artesanal: "Destilada por etapas em tonéis de cobre e consegue eliminar as partes menos nobres da produção, resultando num produto final mais puro", descreve Fernandes.
Apesar de regar as mais antigas raízes culturais do Brasil e da crescente valorização inclusive no exterior, a cachaça tem um longo caminho a percorrer até o lugar de destaque que ela merece ocupar. A bebida ainda enfrenta certa resistência e sofre preconceito por parte de alguns. "É uma desinformação que não tem nada a ver com classe social", esclarece Figueiredo. 
O fato de o setor de produção artesanal ser desarticulado também não favorece o amplo reconhecimento da bebida. "Existem cerca de cinco mil marcas, de 30 mil alambiques conhecidos, e poucas pessoas são capazes de citar dez rótulos", exemplifica.
Joana Santana
do UOL, São Paulo